Aberta 5ª Semana do Orgulho Negro e Indígena em Campo Mourão
- Marcio Nolasco

- 19 de nov.
- 2 min de leitura
Uma reunião na Secretaria Executiva dos Conselhos da Secretaria Municipal de Assistência Social de Campo Mourão nesta quarta-feira (19), marcou a abertura da 5ª Semana do Orgulho Negro e Indígena. As ações serão realizadas até o próximo dia 28 de novembro, coordenadas pelo Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (COMPIR), com apoio da Prefeitura de Campo Mourão.

“Educar com raízes: juventudes, ancestralidade e futuro” é o tema da edição de 2025. A proposta é refletir sobre o papel transformador da educação na formação de novas gerações conscientes, orgulhosas de suas origens e comprometidas com a valorização das culturas afro-brasileira e indígena.
A cerimônia de abertura teve a presença de representantes dos movimentos negro e indígena, autoridades municipais e educadores. As ações visam reforçam o compromisso do município com o combate ao racismo e a promoção da igualdade racial. Nesta quinta-feira (20), é feriado nacional em comemoração ao Dia da Consciência Negra.
A programação da semana envolve crianças, adolescentes, universitários e famílias, com momentos de reflexão, arte, literatura e valorização da identidade cultural. Atividades educativas e culturais estão previstas em instituições de ensino do município, como a Escola Municipal Professor Florestan Fernandes, Escola Municipal Professor Domingos José de Souza e o CEEBJA de Campo Mourão, além de ações em serviços de convivência da Secretaria Municipal de Assistência Social e atividades online.
Além das ações nas escolas e serviços, a Semana contará com rodas de conversa, apresentações culturais e produções artísticas, valorizando a participação de diferentes gerações. O objetivo é incentivar o diálogo sobre respeito, diversidade e protagonismo dos povos negros e indígenas na formação da identidade brasileira.
De acordo com a vice-presidente do COMPIR, Jessy Nicole Mello de Souza, a proposta é fortalecer os espaços de aprendizado e pertencimento. “Quando unimos educação, ancestralidade e juventudes, criamos caminhos de transformação. A literatura africana e indígena, as expressões artísticas e os saberes tradicionais nos mostram que o conhecimento nasce das raízes, e é com elas que seguimos construindo o futuro”, destacou.














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