MULHERES ALADAS
- Célio Juvenal Costa

- 4 de set.
- 1 min de leitura
Ah, essas mulheres que têm asas!
São fortes, destemidas
São corajosas, valentes
Enfrentam os desafios, sem jamais se entregar.

Ah, essas mulheres aladas!
Paradas não ficam
Dominadas não são
Medos não as paralisam
os enfrentam.
Ah, essas mulheres que têm asas!
Avançam sempre
Olhos adiante
Coração pulsante.
Ah, essas mulheres aladas!
Dominar não querem
Se expressar querem
Viver pedem
intensamente
Subjugar essas mulheres aladas?
Jamais!
Dominar essas mulheres que têm asas?
Perda de tempo
Elas são assim:
Livres, decididas, amantes
Delicadas, firmes, independentes.
Mulheres assim existem
Por isso sofrem
Homens e outras mulheres
Invejosos de seus voos
Querem cortar as suas asas
as asas da liberdade!!
Não se entreguem mulheres aladas!
Não se entreguem mulheres voam longe!
Jamais desistam de ser quem são
Ensinem outras mulheres a voarem
Mostrem para todas
para todos
Quem voa vê tudo sempre do alto!
Este poema (com gosto estético talvez duvidoso) é uma homenagem a todas as mulheres, mas de modo especial a uma amiga querida que faz aniversário esta semana e decididamente é uma dessas mulheres aladas. Parabéns minha querida Magda!!!
Meu Instagram: @costajuvenalcelio
Obs: Esta é uma versão revisada e atualizada de um texto originalmente publicado no blog: devaneioseoutrasreflexões.blogspot.com.














Parabéns ao site por manter pessoas e publicações que nos afetam positivamente. Em tempos de tanto feminicidio e violência contra nós mulheres é um bálsamo ler publicações assim...