Vamos matá-los de fome!! Israel encerra corredor humanitário em Gaza
- Marcio Nolasco

- 29 de ago.
- 2 min de leitura
A força militar do país afirmou nas redes sociais que o anúncio ocorre após uma avaliação situacional e seguindo recomendações do escalão político israelense. "A partir de hoje às 10h, a pausa tática local na atividade militar não se aplicará à área da Cidade de Gaza, que constitui uma zona de combate perigosa." Dessa forma a possibilidade é certa de matar muitos civis, entre mulheres, crianças e homens pela fome... Uma total crueldade e extermínio de seres humanos, nas sombras de um discurso de acabar com o terrorismo.

O Exército de Israel encerrou nesta sexta-feira (29) o corredor humanitário na Cidade de Gaza, atingida pela fome. A força militar do país afirmou que o local agora é tratado como uma zona de combate perigosa. Exército de Israel declara a Cidade de Gaza "uma zona de combate perigosa". Uma estratégia de guerra para matar a população civil de fome... isso não é guerra é genocídio brutal de um povo! E por aqui no Brasil, ainda tem "patriota" que se enrola na bandeira de Israel em favor da liberdade!! é impressionante essa loucura generalizada que ultrapassa as fronteiras mundiais e da saúde psicológica...

A força militar do país afirmou nas redes sociais que o anúncio ocorre após uma avaliação situacional e seguindo recomendações do escalão político israelense. "A partir de hoje às 10h, a pausa tática local na atividade militar não se aplicará à área da Cidade de Gaza, que constitui uma zona de combate perigosa."
Pausas permitiam a entrada de alimentos. Era durante a suspensão do conflito no local que o corredor humanitário atuava, com entrega de alimentos e ajuda médica.
Cidade de Gaza é a mais populosa do território palestino. Localizada ao norte, tem cerca de um milhão de moradores e enfrenta fome generalizada, de acordo com a ONU. A organização já afirmou que a falta de alimentos é uma "crise provocada pelo homem" e usada como "arma de guerra por Israel"
Ofensiva avança. A ação é mais um passo do país comandado por Benjamin Netanyahu no plano de "tomar Gaza" e "destruir as forças do Hamas", aprovado pelo gabinete israelense neste mês. Israel avança diariamente, com tanques e soldados em terra e intensos bombardeios, que resultaram na morte de cinco jornalistas nesta semana.














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