Ratinho Jr. desiste e corre da briga, assim candidatura de Caiado ganha força no PSD, será que teremos outro desistente?
- Marcio Nolasco

- há 2 horas
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É meus amigos, a semana promete muitas surpresas ainda... Uma coisa já é fato e certa, aliados políticos de Ratinho Jr. no Paraná, como deputados, prefeitos, vereadores e empresários terão que mudar seus discursos em redes sociais, já a partir de hoje, pois fazer vídeos agora em favor de uma candidatura onde o "Guerreiro foge da Guerra" é contar mentira para o voto e passar vergonha, o voto que é a matéria prima tão cobiçada pelos homens políticos na busca do poder, que, na política é destruído com poucos movimentos das peças do tabuleiro... Hoje é um daqueles dias que em muitas cidades do Paraná, prefeitos aliados de Ratinho Jr. estão certamente frustados e já reformulando seus planos até o final de 2028.
“A aliança entre Sergio Moro e Flávio Bolsonaro no Paraná não apenas reabilita a dupla, como implode a candidatura de Ratinho Júnior e asfixia a terceira via de Zema, Caiado e Leite”.
“A desistência de Ratinho Jr. da corrida presidencial é o reconhecimento de que as chances da terceira via são diminutas. De que vale o desgaste para terminar com 5%? Mais um ciclo eleitoral vem e o Brasil continua preso na polarização de lulismo e bolsonarismo (ou seus ungidos)”.

Ainda faltam mais de seis meses para o início da campanha eleitoral, mas a disputa para a Presidência da República segue trazendo surpresas no ambiente político. Apesar de ser o pré-candidato do PSD com melhor desempenho nas pesquisas, o governador do Paraná, Ratinho Jr., decidiu que não vai disputar a cadeira hoje ocupada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em nota, Ratinho Jr. afirmou que permanecerá no cargo até o fim do mandato, em dezembro. O governador paranaense disse que a decisão foi tomada após reflexão com a família. O anúncio ocorre na mesma semana em que o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) deve migrar para o PL e oficializar candidatura ao governo do Paraná em oposição ao grupo de Ratinho Jr. A tendência é que o atual governador concentre esforços na sucessão estadual, apoiando um candidato próprio contra Moro.
No PSD, a pré-candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ganha força. Ratinho Jr. era o pré-candidato mais bem posicionado nas pesquisas, com 7% das intenções de voto, seguido por Caiado, com 4%, e Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul, com 3%, segundo levantamento da Quaest de março. Nos bastidores, aliados do presidente do PSD, Gilberto Kassab, avaliam que Caiado reúne melhores condições para a disputa, com destaque para sua atuação na área de segurança pública e a proximidade com o agronegócio, más é bom ficar atento pois Caiado pode ser outro desistente...
Já Kassab afirmou que a definição do candidato do partido ocorrerá até o fim de março. Em nota, ele citou Caiado e Leite como nomes na disputa interna.
Segundo o dirigente, ambos têm apresentado propostas que podem orientar o plano de governo da sigla.
E o pré-candidato do PL à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro (RJ), partiu para o ataque às candidaturas do PSD antes mesmo de uma definição de quem será o escolhido do partido para disputar as eleições. Um jingle com críticas à chamada terceira via e ao Centrão foi exibido durante a transmissão ao vivo de um evento de Flávio Bolsonaro no Nordeste, no último fim de semana. A música afirma que a “terceira via” é “sequelada” e diz que partidos do Centrão irão “cair do cavalo”.
Visto como trunfo para a reeleição do presidente Lula (PT), o fim da escala de trabalho 6x1 pode vir por Medida Provisória (MP), já que, na avaliação do Planalto, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema está “empacada” na Câmara. O prazo estabelecido pelo executivo para que a PEC ande é de duas semanas, ao fim das quais Lula lançaria mão da MP, que tem efeito imediato. Outra ala do governo prefere um projeto de lei com regime de urgência, que precisaria ser votado em 45 dias.
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se favorável à concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com base no quadro de saúde apresentado. Em parecer pedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o procurador-geral Paulo Gonet afirmou que a condição clínica do ex-presidente exige acompanhamento constante, mais adequado ao ambiente familiar do que ao sistema prisional. Segundo Gonet, a evolução do estado de saúde recomenda a flexibilização do regime, já que Bolsonaro estaria sujeito a alterações súbitas e imprevisíveis.
Ministros do STF avaliam que Moraes passou a ter mais elementos para atender o pedido de prisão domiciliar após o posicionamento da PGR. Nos bastidores, integrantes da Corte consideram que o parecer do procurador-geral reforça os laudos médicos e os argumentos apresentados pelos advogados do ex-presidente. A avaliação é de que a posição da PGR, somada ao quadro de saúde de Bolsonaro, aumenta a tendência de concessão da prisão humanitária.
Enquanto isso… Bolsonaro deixou a UTI do Hospital DF Star, em Brasília, na noite desta segunda-feira e foi transferido para um quarto, onde seguirá internado para continuidade do tratamento com antibióticos ao menos até quarta-feira.
O ministro do STF André Mendonça determinou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), providencie a prorrogação da CPMI do INSS, ao considerar inconstitucional a omissão da Mesa Diretora do Congresso em não dar andamento ao pedido. Pela decisão, Alcolumbre terá 48 horas para realizar a leitura do requerimento que estende os trabalhos da comissão, inicialmente previstos para terminar em 28 de março.
E a CPMI do INSS não conseguiu localizar a modelo Martha Graeff, ex-noiva do empresário Daniel Vorcaro, para prestar depoimento, e avalia solicitar sua condução coercitiva caso não haja justificativa formal para a ausência. Segundo integrantes da comissão, Martha, que reside em Miami, não respondeu às tentativas de contato e não foi encontrada para intimação, tornando improvável sua participação.
Sinais contraditórios de autoridades dos Estados Unidos, Irã e Israel ampliam as incertezas sobre a existência de negociações de paz e as perspectivas de encerramento da guerra no Oriente Médio. O presidente Donald Trump afirmou que Washington e Teerã mantêm “conversas fortes” e que já haveria pontos de acordo, Autoridades iranianas, porém, negaram a existência de negociações formais e indicaram que o país seguirá no conflito. Já o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não confirmou tratativas, mas sinalizou que eventuais acordos poderiam consolidar ganhos militares. Enquanto isso, os combates continuam em múltiplas frentes, com novos ataques dos EUA e de Israel ao Irã e ofensivas israelenses no Líbano, além de ações iranianas na região.
Um avião Hércules C-130H da Força Aérea Colombiana caiu em Puerto Leguízamo, no departamento de Putumayo, deixando ao menos oito mortos. O acidente ainda deixou dezenas de feridos. O balanço inicial indica cerca de 73 a 83 feridos, dos quais ao menos 14 a 15 estão em estado crítico. Parte dos pacientes foi transferida para hospitais em Florencia e Bogotá, enquanto outros ainda aguardam remoção. A aeronave transportava cerca de 125 pessoas, entre militares do Exército colombiano, policiais e tripulantes da Força Aérea. As causas do acidente ainda não foram informadas.













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