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Nolasqueando: Nunca foi perseguição politica, sempre foi uma trama arquitetada por Bolsonaro e seus filhos contra a Democracia!

As novas provas reveladas agora comove a opinião pública e revelam a verdadeira face de uma corja contra o Regime Democrático do Brasil... Tudo para continuar no poder como outros regimes ditadores no planeta... Deus, Pátria, Família e Liberdade não passou de uma ideologia enganosa para dividir a opinião do povo brasileiro... As provas agora apresentadas, são incontestáveis!


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O relatório da Polícia Federal que serviu de embasamento para o indiciamento de Jair Bolsonaro (PL) e de seu filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP) revelou as intrigas e as estratégias usadas pelo núcleo duro do bolsonarismo na campanha para livrar o ex-presidente de uma condenação no processo que investiga a trama golpista e coagir a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento, entregue pela PF na sexta-feira, detalha o conteúdo explosivo que estava arquivado no celular de Bolsonaro, apreendido após a decretação da prisão domiciliar do ex-presidente pelo ministro Alexandre de Moraes. Os técnicos da Polícia Federal conseguiram recuperar mensagens apagadas nas contas de Bolsonaro que estavam ligadas ao aparelho apreendido, além de arquivos de áudio, texto e vídeo que também haviam sido deletados. O conteúdo do celular mostra que Bolsonaro descumpriu repetidamente as ordens judiciais impostas a ele nos últimos meses, manteve contato com outros investigados pela tentativa de golpe e escancara um segredo de polichinelo: toda a articulação dos bolsonaristas no Brasil e nos Estados Unidos tinha como principal objetivo livrar o ex-presidente da prisão.


Foto: Reinaldo Campos / AGIF via AFP
Foto: Reinaldo Campos / AGIF via AFP

Ouça os arquivos de áudio entre os envolvidos que estão no relatório.


Leia a íntegra do relatório da Polícia Federal. (STF)




Além do indiciamento contra Jair e Eduardo Bolsonaro, o relatório da Polícia Federal também serviu de base para que o ministro Alexandre de Moraes emitisse um mandado de busca e apreensão contra o pastor Silas Malafaia. A Polícia Federal abordou Malafaia no Aeroporto Internacional do Galeão logo após ele desembarcar de um voo vindo de Lisboa. Malafaia prestou depoimento em uma delegacia da PF no próprio aeroporto e teve seu celular apreendido. Ele ainda teve os passaportes cancelados e está proibido de deixar o país. De acordo com Moraes, Malafaia incorre nos crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa. Ao sair do depoimento, o pastor disse que as conversas pessoais que teve com Bolsonaro “não interessam a ninguém” e afirmou que só vai se calar se for preso.


A PF encontrou registros de diversas conversas entre Malafaia e Bolsonaro a respeito dos meios para buscar a anistia do ex-presidente. Em uma delas, Malafaia diz que “seu filho é um babaca”, ao criticar a campanha que Eduardo Bolsonaro fazia nos Estados Unidos pelas sanções americanas ao Brasil. O pastor também dá conselhos sobre como o ex-presidente e seu outro filho, o senador Flávio Bolsonaro, deveriam se comportar em meio à crise do tarifaço, além de discutir estratégias para enfraquecer politicamente o STF.


As conversas extraídas do celular de Bolsonaro também expõem a relação conflituosa entre o ex-presidente e seu filho Eduardo. “Eu ia deixar de lado a história do Tarcísio, mas graças aos elogios que você fez a mim no Poder360 estou pensando em dar uma porrada nele, para ver se você aprende. VTNC SEU INGRATO DO C……”, escreve o deputado. Eduardo ficou irritado pelo aparente apoio do pai ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e por ter sido chamado de “imaturo”. Após a exposição das conversas, Eduardo Bolsonaro afirmou “ser lamentável e vergonhoso ver a Polícia Federal tratar como crime o vazamento de conversas privadas”.


Mas, para além das brigas, pai e filho discutiam como fazer com que o governo americano pressionasse as instituições brasileiras para não condenar Bolsonaro. Em uma das conversas recuperadas pela PF, o ex-presidente pede orientação ao filho sobre como agradecer a carta enviada por Trump anunciando o tarifaço ao Brasil, no começo de julho. Em outra mensagem, Bolsonaro reitera que a única maneira de os Estados Unidos relaxarem as tarifas impostas ao país seria mediante uma discussão sobre sua anistia. Eduardo ainda reclama com o pai por seu apoio ao governador paulista e diz que Tarcísio não seria a solução para a família. “Só para te deixar ciente: Tarcísio nunca te ajudou em nada no STF. Sempre esteve de braço cruzado vendo você se f* e se aquecendo para 2026”, critica Eduardo.


A investigação aponta ainda que Bolsonaro teve acesso prévio à defesa do general Mário Fernandes no processo da trama golpista e que admitiu ser autor do plano para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes. Os documentos estavam salvos no celular do ex-presidente como “Minuta revisão final.docx” e “Agravo regimental versao final.docx”.


Apesar de afirmar repetidamente que nunca teve intenção de fugir do Brasil para se refugiar em algum país simpático à sua causa, Jair Bolsonaro guardava em seu celular a minuta de um pedido de asilo político endereçado ao presidente argentino Javier Milei. O documento foi produzido em fevereiro de 2024 e Bolsonaro alega ser “um perseguido por motivos e por delitos essencialmente políticos”. O documento, no entanto, não estava assinado e, ao que consta, nunca foi efetivamente enviado a Milei.


O ministro Alexandre de Moraes deu 48 horas para o ex-presidente Jair Bolsonaro se manifestar junto ao STF sobre o descumprimento das medidas cautelares já impostas. Moraes alega que o relatório da Polícia Federal demonstra a “reiteração das condutas ilícitas e a existência de comprovado risco de fuga”, segundo despacho do magistrado. (CNN Brasil)


Carolina Brígido: “A decisão de divulgar as provas agora não parece aleatória. A pouco tempo do julgamento final de Bolsonaro, áudios, transcrições de mensagens e vídeos comovem a opinião pública. A condenação do ex-presidente pelo STF é inevitável. Agora, o relator da ação penal lembra os brasileiros dos crimes que Bolsonaro cometeu e prepara o terreno para o julgamento, agendado para iniciar dia 2 de setembro”. (Estadão)

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