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Jogo duro Lula x Congresso


 NO GRAMADO DO STF, QUEM LEVA A TAÇA? 


Por Nelson Guerra, professor e Analista Político


Prepare-se. Nesta semana, a política e a economia brasileiras andam mais agitadas que final da Copa do Mundo de Clubes da Fifa. A briga pelo Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) virou um verdadeiro clássico, com lances de pura emoção e jogadas surpreendentes.

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Produzido por IA – Nelson Guerra


Imagine a cena: o governo federal, com a camisa 10 e a faixa de capitão, decide aumentar o IOF. A meta era clara: encher o caixa, como quem precisa de mais figurinhas para completar o álbum da copa. Mas o Congresso, que se considera cheio de estrelas em campo, não gostou do lance. Bateu no peito e disse: "Não é assim que se joga!". Para eles, mexer no imposto sem o aval do Legislativo é como mudar a regra do jogo no meio da partida. Foi bola fora, na opinião dos congressistas.


Aí, a Advocacia-Geral da União (AGU), que é tipo o técnico do time do governo, correu para o Supremo Tribunal Federal (STF). Pediu o VAR, alegando que a decisão de aumentar o IOF é prerrogativa do Executivo. Ou seja, eles podem mudar a regra se quiserem.


Bola Dividida: Memes e redes sociais em jogo


A partida esquentou, e as arquibancadas digitais entraram em cena. O governo começou a disparar farpas nas redes sociais. Acusou o Congresso de proteger os ricos, como se estivessem blindando os adversários em campo. Hashtags como #InimigosDoPovo e expressões como “Congresso da Mamata” viralizaram, espalhando-se mais rápido que notícia de fofoca de novela. O presidente da Câmara, Hugo Motta, virou o alvo preferido, com memes voando por toda parte, tipo chuva de fogos em dia de decisão.


O Árbitro Entra em Campo: Alexandre de Moraes apita!


Quando a confusão estava no auge, o ministro Alexandre de Moraes, o Xandão do STF, entrou em campo como um juiz firme. Suspendeu tudo: tanto o decreto do governo quanto a derrubada do Congresso. Foi como dar um cartão amarelo duplo e mandar todo mundo para o vestiário esfriar a cabeça. Por enquanto, o IOF ficou quietinho, como estava antes da briga.


Para botar ordem na casa, Moraes marcou uma audiência de conciliação para a terça-feira de 15 de julho. É tipo uma reunião de pais na escola, mas com os três poderes sentados na mesma mesa. Ele avisou que esse embate "contraria a harmonia entre os Poderes", como quem diz: "Gente, somos um time só, precisamos jogar juntos!".


Até o ministro Gilmar Mendes comentou, dizendo que a crise era "natural" – afinal, em time que ganha não se mexe, mas em time com muitos jogadores, o diálogo é fundamental. Figuras como Michel Temer e Arthur Lira, dois figurões do jogo político, pediram calma, como quem pede paz em um churrasco de família que está virando briga. A decisão de Moraes foi um alívio geral, como um gol no último minuto que garante o empate e leva o jogo para a prorrogação.


O Mercado na Torcida: Dólar sobe, Bolsa desce!


E como o Brasil é uma grande arena, o mercado financeiro ficou na torcida, mas com o coração apertado. Quando o Congresso derrubou o decreto do IOF, o dólar subiu, como balão de festa junina, e a bolsa caiu, como castelo de areia na beira da praia. Investidores ficaram com medo de que o jogo virasse bagunça, e que o governo pudesse inventar novas regras do nada.


A incerteza fiscal, para os analistas, pode fazer o Banco Central segurar os juros lá em cima, como quem não quer gastar a energia da bateria do celular. Afinal, juros altos são uma forma de segurar a inflação, que é como um balão de ar quente que não para de subir.

Próximos Lances: Os cenários pós-audiência


E agora, José? O que esperar depois dessa reunião no STF? A audiência de conciliação do dia 15 de julho pode ter vários desfechos, como um jogo cujo resultado se define aos 45 do segundo tempo:


  1. "Acordo de paz": Governo e Congresso fecham um valor intermediário. Impacto: Mercado comemora, como torcida em gol nos acréscimos.

  2. "Vitória do governo": STF diz que o decreto vale. Risco: Congresso pode retaliar, tipo cliente que corta o cartão do banco depois de uma tarifa alta3.

  3. "Vitória do Congresso": STF anula o decreto. Resultado: Haddad terá que achar dinheiro sob o sofá do Orçamento.

  4. "Empurra com a barriga": Nada se resolve, e o IOF fica em suspense. Efeito colateral: Investidores ficam mais nervosos que torcedor na final da Libertadores.


A ministra Gleisi Hoffmann já avisou que o governo está aberto ao diálogo, mas que a suspensão do IOF pode dar uma atrasada no calendário dos jogos. E o presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que a decisão do STF está "em sintonia com o desejo da sociedade", como quem diz: "A torcida está do nosso lado!".


A crise do IOF nos mostrou que o Brasil é um campo onde a política fiscal se mistura com as disputas de poder e a voz das redes sociais. O desfecho dessa partida ainda está em jogo, e a bola agora está com o STF. Será que teremos um gol de placa ou uma disputa de pênaltis? Fique ligado! A próxima rodada promete!


(Nelson Guerra é professor e consultor em Gestão Pública. Escreve sobre política e economia com um pé na academia e outro no bar da esquina)


 

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