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EM TEMPO DE ELEIÇÃO

Candidatos, o que a população espera, o que a experiência indica, as campanhas, reação da população...


Em geral, quando perguntamos a alguém o que ele espera dos candidatos a determinado cargo eletivo, as respostas não se diferenciam muito: As pessoas querem seu comprometimento com as causas candentes da sociedade; querem postura condizente com a ética e os padrões morais defendidos pela sociedade; querem solução para as agruras da população; querem transparência nos discursos e nas atitudes; querem certeza de que não serão enganados...



A experiência, entretanto, indica o contrário. Indica que rarissimamente as necessidades da população são atendidas e, pelo contrário, o que de modo geral vemos acontecer é aquele que se elege tornar-se mais um autoritário e explorador do povo. E o pior é que a população não percebe possibilidades de mudança e transformação; não vê “luz no fim do túnel”; o que se vê é o aumento do volume do esgoto jorrando para a fossa da política. E aquela esperança que havia se torna cada vez mais pálida, sem vida...


É verdade que até se fazem campanhas contra a corrupção; campanhas pelo voto consciente; campanha contra a venda de voto; campanhas pela ética na política; campanhas para impedir que malandros sejam candidatos... mas até hoje foram todas infrutíferas! Não levaram a nada além da decepção!


Só para lembrar alguns casos dos últimos anos: Alguém se lembra dos “anões do orçamento”? Em que deu aquilo tudo? Alguém se lembra do “mensalão”? O que aconteceu com acusados e acusadores? Alguém se lembra do caso daquele senador que o congresso, vergonhosamente, absolveu? E de como foi absolvido e quem o absolveu? Como reagiu a população?


Em todos esses e em muitos outros casos a reação da população foi e permanece sendo de pa