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Turismo rural e rotas temáticas aumentam renda de produtores e são tema da ExpoLondrina

Cresce ano após ano o público que visita a ExpoLondrina com o interesse em percorrer o espaço organizado pelo IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater) para apresentar produtos e experiências de propriedades que se dedicam ao turismo rural. Rota do Queijo, Rota das Lavandas, Caminhos da Uva, Roteiro das Frutas, Roteiro das Flores, Cafés das Mulheres, Casa do Pão, restaurante e café são as atrações do espaço.



“Apresentamos um pouco do que trabalhamos com os produtores no dia a dia, é uma vitrine para mostrar algumas das propostas estruturadas para o Estado”, explica Terezinha Busanello Freire, coordenadora estadual de Turismo Rural do IDR-Paraná. “A ideia é que as pessoas possam passear pelo bosque, sentar, degustar um café, uma cuca, um bolo e até levar um pão quentinho para casa”. 


Terezinha explica que a oferta de serviços e produtos turísticos é uma excelente opção para aumentar a renda na propriedade, o que pode contar com apoio do IDR-Paraná na estruturação. “Com trabalhado com qualidade, seriedade e respeito às normas técnicas, há retorno econômico, muitas vezes diário, em curto período de tempo”, afirma.


Já no primeiro ano a Rota das Lavandas, por exemplo, recebeu em torno de 55 mil turistas, tendo cada um deles desembolsado uma média de R$ 40, o que provocou uma circulação financeira superior a R$ 2 milhões entre as seis propriedades integrantes do circuito.


A oferta de produtos turísticos também gera reflexos na qualidade de vida e autoestima do produtor e sua família. “Eles passam a receber pessoas que valorizam seus produtos e seu trabalho. A atividade desperta o interesse dos mais jovens, que retornam às propriedades”, acrescenta a coordenadora. “Não é turismo de massa, é um público que quer viver uma experiência autêntica, provar uma comida diferente, e que valoriza isso”.


Ainda segundo a coordenadora, qualquer produto do campo pode ser avaliado para exploração turística. “Quem tem uma propriedade já tem um dos principais potenciais, que é a paisagem”, arremata.