Nova norma técnica quer eliminar constrangimento de mulheres ao escolher roupa em loja
- Paulo Antonio Tertulino
- 7 de dez. de 2021
- 1 min de leitura
Por Paulo Tertulino - Blogueiro
A tendência é que acabe aquelas desagradáveis etiquetas com números 36, 38, 40, 42 e por aí vai e aquelas P, M, G e GG. Em discussão desde 2012, parece que enfim a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) parece ter ao consenso sobre uma norma para acabar com isto.
A ABNT acaba de publicar tabelas que trazem medidas para padronizar os tamanhos de roupas femininas no país. A ideia é que as marcas tragam nas etiquetas os centímetros de busto, cintura, quadril e não mais apenas os tamanhos.
Para chegar a um consenso de medidas, foi preciso estudar e escanear os corpos de mais de dez mil mulheres de todas as regiões do brasil. Doze principais biotipos foram encontrados: os mais comuns foram retângulo e colher, de tamanhos que vão de 34 a 62. “Não é a medida na roupa, mas para qual corpo aquela roupa foi feita”, afirma Maria Adelina.
A ideia é que no futuro as lojas físicas possam oferecer uma experiência parecida com o que já é oferecido pelo comércio online: a oportunidade de comprar pelo tipo de corpo e pelas medidas.
Na prática, nada deve mudar de imediato, até porque as marcas e lojas não serão obrigadas a cumprir as normas, mesmo com a publicação da ABNT, mas já é um grande passo rumo a um tempo em que as mulheres não serão mais definidas por um p, m, g.




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