Laudo preliminar do IML aponta que a Criança morta não foi abusada sexualmente

Nesta manhã (25), por volta das 7h, policiais militares foram acionados para comparecerem no Pronto Atendimento de Cianorte para verificarem uma situação de uma criança de três anos, a qual teria dado entrada com parada cardíaca e hematomas em seu corpo.

No local, foi encontrada a equipe médica realizando manobras de ressuscitação no menino, porém, sem êxito. Diante da situação, os órgãos competentes foram acionados para acompanhar o caso.

Os policiais realizaram contato com o padrasto da criança que o encaminhou para o atendimento médico. Este relatou que pela manhã teria ido ver se a criança estava bem e percebeu que ela apresentava a boca roxa, momento em que foi em busca de socorro. Relatou ainda, que a mãe teria saído para trabalhar por volta das 04h30min da manhã.

No momento em que o menino deu entrada na UPA, a equipe médica entrou em contato com a mãe, que estava trabalhando, mas já chegou logo em seguida. Ela informou que teria saído de sua casa para trabalhar e que antes de sair o seu filho estava bem.

Após a contatação da morte da criança, o casal foi encaminhado para prestarem as suas declarações e os policiais foram até a casa do garoto. No local, os militares encontraram materiais com vestígios de sangue e outros indícios de crime, portanto, todos os materiais relacionados aos fatos foram recolhidos e entregues para os procedimentos cabíveis.

De acordo com o Dr. Carlos Gabriel Stecca, um exame preliminar do Instituto Médico Legal (IML) de Campo mourão, relata que a criança não foi abusada sexualmente com havia a hipótese de acordo com os médicos que atenderam a criança na Unidade Pronto Atendimento (UPA) em Cianorte.

Ainda de acordo com as informações do IML, a possível causa da morte da criança seria um rompimento do baço devido as agressões que o menino recebeu. Acredita-se que para concluir o inquérito, ainda há a necessidade do laudo oficial que será emito em breve pelo perito criminal responsável pelo caso.

A mãe da criança foi ouvida e liberada em seguida, já o padrasto, foi ouvido e encaminhado para uma cadeia na região, da qual não foi informada a cidade por motivo de segurança do preso.

Fonte: Noti-cia/5ªCIPM Foto: Valdeir Batista

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