Uma discussão, por mais futurista que pareça à luz de nossas vidas, nos revela um pouco do nosso momento presente: como usar o melhor dos dois mundos – Inteligência Emocional (IE) e Inteligência Artificial (IA) – em nosso favor?
Apesar de o cérebro humano ser muito comparado a um computador, existe um elemento que o torna diferente de uma máquina: a emoção. E esta é o que nos faz capaz de discernir sobre o que é importante, interessante, confuso, divertido, irritante, comovente.... O que nos motiva.

As emoções impactam nosso comportamento. Se estivermos sob o efeito do medo, por exemplo, podemos paralisar, fugir ou atacar o que nos ameaça. Já o sentimento, é fruto daquilo que construímos a partir das nossas emoções.
A chinesa Fei Fei Li, professora da Universidade de Stanford, consultora do governo americano e um dos bons nomes de IA no mundo, diz assim: “A inteligência artificial não tem nada de artificial. Ela só existe para impactar e inspirar pessoas”.
O fato é que eu, como escritor de Inteligência Emocional, confesso que o assunto “artificial” é tão novo, até assustador, tão infinito, que bato na tecla enfatizando as habilidades humanas únicas que as máquinas não podem replicar.
A capacidade analítica dos robôs não consideram emoções, piedade, compaixão e empatia... essa programação fria, que permite grandes cálculos e análises precisas, deixa de avaliar o significado dos números na vida cotidiana das pessoas.
Para pensar, um forte abraço e esteja com Deus!
• por Gilclér Regina palestrante de sucesso, escritor com vários livros, CDs e DVDs que já venderam milhões de cópias e exemplares no Brasil, América, Ásia e Europa. Mais de 5000 palestras realizadas no país e exterior. Contato: gilcler@gilclerregina.com.br
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