258 árvores, no mínimo, serão mortas para dar lugar à avenida Makio Sato

Por: Aida Franco


Aida Franco de Lima – Professora universitária. Dr.ª e Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP), Jornalista e Especialista em Educação Patrimonial (UEPG - PR); Guia Especializada em Atrativos Turísticos Naturais (SENAC - EMBRATUR);Técnica em Vestuário (CEEP - PR); escritora (Série: Guardador de Palavras da Gabi).

Peroba no meio do caminho, ela só sobrevive se estiver junto de outras espécies; sozinha, vai morrer como as demais que existiam espalhadas pela Cidade e foram cortadas porque secaram ou colocavam em risco a população (Foto: Anonimato)


O Cinturão Verde levou mais um nocaute nessa segunda-feira, 23, em Cianorte - PR. Sem Audiência Pública, nem mesmo virtual, por unanimidade foi aprovada na Câmara dos Vereadores a ampliação do trecho da Ponte do Rio Fantasminha. Ao longo do tempo, o trecho que era de terra e ligava Cianorte à Zona Rural, virou Avenida Makio Sato (o nome é de um falecido funcionário do antigo ITCF – Instituto de Terras, Cartografia e Florestas, ex IAP – Instituto Ambiental do Paraná e atual IAT – Instituto Água e Terra). Haja dinheiro para mudar tantos os nomes de um órgão e, consequentemente, todo o material gráfico que o identifica, desde os carros a um carimbo, sendo que na sua essência seu dever deveria ser o mesmo. Mas vamos voltar ao nocaute, o gancho de direita no nosso resto de floresta.


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